O Vale do Anhangabaú segue como principal polo da festa

São esperadas 1,2 mil atrações espalhadas por 22 grandes palcos distribuídos pela capital entre os dias 23 e 24 de maio.

Com shows que vão de Manu Chao a Thiaguinho, de Titãs a Joelma, a Virada Cultural 2026 aposta mais uma vez na mistura de estilos, públicos e territórios para ocupar São Paulo durante 24 horas ininterruptas de programação gratuita.

A expectativa é movimentar um público de 4,8 milhões de pessoas.

O Vale do Anhangabaú segue como principal polo da festa e reunirá alguns dos artistas mais populares desta edição, como Luísa Sonza, Seu Jorge, Alexandre Pires, Marina Sena e Péricles.

Já o palco da Avenida São João será dedicado ao brega e à música popular romântica, com nomes como Sidney Magal, Odair José, Gaby Amarantos, Johnny Hooker e Joelma.

Também há espaço para samba, funk, sertanejo, rap, pagode, gospel, reggae, forró, rock, tecnobrega e MPB, além de artistas independentes e nomes consagrados dividindo a mesma programação.

Enquanto o Largo do Arouche reúne um line-up majoritariamente feminino e LGBTQIA+.

Uma novidade da Virada Cultutal é que pela primeira vez o Masp vai funcionar de graça para o evento, inclusive durante a madrugada. Equipamentos como o Theatro Municipal e a Biblioteca Mário de Andrade também ficarão abertos ininterruptamente até as 18h de domingo.

Já no Theatro Municipal, que volta a participar da Virada, artistas consagrados devem apresentar álbuns marcantes de suas carreiras na íntegra.

Apesar da ampliação do circuito e da programação, o custo do evento será menor do que no ano passado. A prefeitura prevê investimento de R$ 40 milhões, contra cerca de R$ 60 milhões em 2025.

A Virada terá estrutura similar à do ano passado, mas, segundo a prefeitura, houve um incremento de 33% no número de banheiros químicos. Em relação ao transporte, o metrô terá funcionamento 24 horas e 50 linhas noturnas de ônibus terão as frotas reforçadas.

A prefeitura anunciou um aumento de 47% no efetivo da Guarda Civil Metropolitana (GCM), que terá 2,8 mil agentes nas ruas. Ainda haverá 4,8 mil policiais militares e 2 mil seguranças privados em atuação. O esquema também envolve drones e câmeras com tecnologia de reconhecimento facial nos 21 palcos principais.

Tudo indica que haverá muita diversão em Sampa!