
A segunda edição do festival The Town terminou no domingo, dia 13 de setembro, em São Paulo. Em cinco dias divididos em duas semanas de evento, mais de 400 mil ingressos foram vendidos para o evento no Autódromo de Interlagos.
Eu, Minuto Viajante estive presente no dia 12 de Setembro quando se apresentou o grupo Backstreet Boys.
Terminado o evento foi tempo de fazer uma análise dos pontos positivos e negativos. Bora ver comigo?!
O que deu certo
O The Town não é apenas um festival de música. Sim, ele é também um parque de diversões com brinquedos como montanha russa, tirolesa e megadrop. A maioria do público dá sinais de aprovar a diversidade das atrações não só musicais. Eu, por exemplo consegui curtir a roda gigante patrocinada pelo banco Itaú e a montanha russa, patrocinada pela Porto Seguros.
É possível curtir só os shows e tentar escapar das muvucas das ativações de marcas? Claro que sim. Mas muita gente gosta de participar das dinâmicas e ganhar mimos. Eu inclusive cantei no stand da Vivo e amei a ativação que rendeu homenagens para a Amazônia. Quem é cliente Itaú também pôde aproveitar 20 minutos no “rooftop” do stand do banco para curtir de perto aos shows do palco principal! Diferentemente da primeira edição, desta vez a disposição dos estandes não atrapalhou a movimentação das pessoas.
Os sanitários estavam limpos e sem superlotação. Havia visores que mostravam qual era a porcentagem de ocupação de cada banheiro e a maioria não teve filas, não. Todos estavam muito bem dispostos, limpos e organizados. Tinha até mesmo banheiro unisex.
A gastronomia conquistou o público. Entre as opções do cardápio, haviam pizzas, hambúrgueres, espetinhos, macarrão instantâneo e sanduíches
no pão de forma. O macarrão instantâneo era a opção mais barata e custava R$ 12,00.
As linhas do metrô e da CPTM funcionaram 24 horas para atender o público. Opções de linhas especiais também ficaram disponíveis, como o Trem Expresso The Town, com mais agilidade e comodidade até a chegada ao Autódromo.
Outro ponto muito positivo foram os guarda volumes disponíveis em 03 tamanhos P, M e G. Alugá-los com antecedência foi investimento super, hiper válido para não ter que andar carregando as coisas.
O que deu errado
Muitos fãs reclamaram da distância dos palcos: a distância do palco The One para o Skyline era de 1 km e durava cerca de 12 minutos caminhando. A organização explicou que a distância foi intencional para melhorar a qualidade dos serviços (como banheiros e bares) e gerir o grande fluxo de pessoas, ampliando o tempo de intervalo entre os shows.
O palco Skyline recebeu críticas negativas do público na primeira edição. E elas se repetiram na segunda edição, porque pouco mudou na estrutura. A ausência de inclinação, a altura do palco e a presença de estruturas técnicas tampando a visão foram aspectos considerados pontos fracos do lugar onde se apresentaram as atrações mais famosas. Eu, fiquei chateada porque paguei para ver a atração principal por um dos telões instalados no evento. Essa foi a parte mais negativa em todos os aspectos.
O público sentiu falta de lugares adequados para descansar entre os shows, especialmente fora da área principal do Skyline, onde havia grama. Muitos recorriam ao chão. A sugestão de puffs, redários ou outros espaços confortáveis foi feita, porém a organização sugeriu que o público levasse cangas para aproveitar os “morrinhos do autódromo” para descanso.
Fato é que o evento teve um encerramento histórico! O último dia da segunda edição do The Town fechou com chave de ouro em um show apoteótico de Katy Perry para as 82 mil pessoas presentes, totalizando 425 mil pessoas nos cinco dias do festival.
Ao término deste festival, a organização do The Town confirmou que o festival retorna para a sua terceira edição em 2027. O evento seguirá seu calendário bienal, acontecendo em anos intercalados ao Rock in Rio, e será realizado no Autódromo de Interlagos, conforme a tradição.

















